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22/02/2026

SINTOMAS SILENCIOSOS DE CÂNCER

 Câncer silencioso: tipos que quase não apresentam sintomas.

GERAÇÃO Z: SUPERQUALIFICAÇÃO E SUBEMPREGO

 A Geração Z é a mais preparada da história e, ironicamente, a mais superqualificada no mercado de trabalho.

METODOLOGIA DE GESTÃO DO PLANO DE AÇÃO (GESTÃO DA EDUCAÇÃO NO CONTEXTO DA REVELAÇÃO EDUCACIONAL - ÚLTIMO EPISÓDIO - ISMAEL BRAVO)

 

Ao perpassar pelo Plano de Gestão da Unidade Educacional, a Gestão Acadêmica, no episódio nove dessa série e a posteriori pelo Projeto Político Pedagógico, a Gestão Pedagógica no episódio décimo primeiro também dessa série, em seus roteiros, uma série de metas a serem desenvolvidas foram encontradas. Pois bem, é nesse momento que muito além de apontar no Formulário do Plano de Ação as metas e suas respectivas estratégias e lançar mão da Metodologia de Gestão do Plano de Ação, que venha a ser o método das ações.

O método nesse sentido, é o caminho mais seguro para se atingir um objetivo, logo, metodologia é o estudo do método, o "caminho" ou sistema de procedimentos e técnicas para organizar e executar tarefas, alcançar objetivos ou realizar pesquisas, abrangendo a lógica e os fundamentos teóricos por trás das ações No cotidiano se perseguem objetivos que nem sempre se realizam por si mesmos, sendo necessária à intervenção, ou seja, a organização de uma sequência de ações para atingi-los.

As metodologias utilizadas na unidade educacional não são apenas medidas, procedimentos e técnicas, mas decorrem de uma concepção de sociedade, da natureza da atividade humana, do processo de conhecimento, e, particularmente, da compreensão da prática educativa numa determinada sociedade.

Antes de se constituírem em passos, medidas e procedimentos, as metodologias se fundamentam num método de reflexão e ação sobre a realidade das práticas vigentes e das relações entre os objetos, de um fenômeno ou ocorrência, uma vez que esse estudo fornece as pistas, o caminho para conhecê-lo.

Mas, quando falamos que a metodologia propicia a descoberta das relações entre as coisas que se estudam, referimo-nos à ideia de que os fatos, os fenômenos, os processos estão em constante transformação e desenvolvimento, em virtude de que é pela ação humana que se promovem as mudanças.

A escolha da metodologia deve corresponder às necessidades das organizações educacionais e adequadas às suas realidades, em mais esse aspecto do Contexto Educacional.

Lembrando, postados os episódios nas redes sociais como: Facebook, Instagram, Whatsapp, LinkedIn, X e no site ismaelbravo.com em vídeo e áudio no canal Contexto Educacional no Youtube e Spotify.




EINSTEIN E A SOLIDÃO

 Albert Einstein, o cérebro do século: “A solidão é dolorosa quando se é jovem, mas deliciosa quando se torna maduro”.


INÍCIO DE ANO LETIVO (NOVA ESCOLA)

 

Este ano, a Nova Escola completa 40 anos de história. São 4 décadas compartilhando conteúdo de qualidade e experiências de educadores brasileiros reais, como você. Para celebrar, criamos uma página especial para essa #VoltaàsAulas com dezenas de conteúdos.

Comece 2026 com boas ideias para a sala de aula

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PLANOS DE ENSINO E PLANOS DE AULA (GESTÃO DA EDUCAÇÃO NO CONTEXTO DA REVELAÇÃO EDUCACIONAL - EPISÓDIO 12 - ISMAEL BRAVO)

 

Referente a temática cabe explanar que enquanto o plano de ensino abarca um período anual, a visão geral da matéria (macro), o plano de aula é o roteiro de cada aula, cada encontro (micro). É por meio do plano de aula que o professor vai poder sistematizar o conteúdo de cada compromisso, elencando objetivos, metodologia e bibliografia.

Na verdade, o plano de ensino se trata de um planejamento completo, que pretende guiar de forma geral as atividades de uma determinada disciplina enquanto durar o período letivo. Esse plano deve ser elaborado de forma a possibilitar alterações, de acordo com as necessidades de aprendizagem.

Entre os principais objetivos do plano de ensino, estão a disciplina e o eixo, bem como: objetivo de aprendizagem; conteúdo e habilidade; etapas das aulas; metodologia e recursos didáticos; avaliação e revisão e ajuste.

Já o plano de aula é um roteiro que serve para orientar uma determinada aula, com todos os conhecimentos e atividades que estarão envolvidas. Por isso, deve conter mais detalhes, com atenção a todas as fases de apresentação de conteúdos e tarefas, além de consolidação, por meio da fixação de exercícios e avaliações. Exemplo: Em uma aula de Língua Portuguesa, por exemplo, o tema da aula pode ser definido como o “uso da crase”. Entre os objetivos, podem estar a definição do conceito da crase e a demonstração da sua função, além de quando usar ou não. Podem ser definidos recursos como a leitura do trecho de uma música que exemplifica o uso de crase.

Nesse sentido, é importante ter em mãos além da BNCC para esclarecer possíveis dúvidas e obter elementos na estruturação dos Planos de Ensino e Aula, referenciar-se pelo conteúdo do Projeto Político Pedagógico - PPP, se esse já foi elaborado, reelaborado e/ou atualizado, do Currículo adotado pela unidade educacional, do Plano de Gestão da Unidade Educacional no que tange ao Pedagógico, em mais esse aspecto do Contexto Educacional.

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CONCEPÇÃO DO PPP (GESTÃO DA EDUCAÇÃO NO CONTEXTO DA REVELAÇÃO EDUCACIONAL - EPISÓDIO 11 - ISMAEL BRAVO)

 

O conjunto de elementos e princípios em que se apoiam a estrutura do Projeto Político Pedagógica – PPP, ou seja, a concepção em indicar uma noção geral ou o entender de sua criação, como modo de ver ou sentir a compreensão da essência que culmina na elaboração, reelaboração e/ou atualização. Uma concepção fruto das inteligências existentes que contribuem para a sua construção e formatação.

O Projeto Político Pedagógico – PPP da Unidade Educacional deve seguir as orientações que emanam do Projeto Pedagógico Institucional – PPI, do Currículo Adotado e suas disposições para os diversos níveis e modalidades de ensino que é oferecido pelo Sistema de Ensino, os critérios do Plano de Gestão da Unidade Educacional que trata do assunto e somado a estes as disposições do Regimento Interno e/ou Comum que trata do assunto.

De posse dos indicativos apontados nos documentos acima, a proposta pedagógica, ao ser elaborada, parte também das informações obtidas com a comunidade (variáveis exógenas, ou seja, exteriores à unidade educacional) com a própria unidade (variáveis endógenas, ou seja, informações internas, a serem fornecidas por todos os que trabalham e convivem no ambiente da unidade: alunos, professores, gestão, pais e demais funcionários).

Os objetivos e metas do Projeto Político Pedagógico - PPP devem ser elaborados com base nas necessidades, limitações, expectativas e potencialidades da comunidade, dos alunos, da equipe da unidade educacional e, levar em conta os recursos pedagógicos e materiais existentes na unidade. Entre eles, não podem faltar os elementos básicos, que venham a apontar: as finalidades da unidade educacional, a estrutura organizacional, o currículo, o tempo escolar, o processo de decisão, as relações de trabalho e a avaliação, em mais esse aspecto do Contexto Educacional.

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FUNDAMENTOS ESSENCIAIS DA GESTÃO (GESTÃO DA EDUCAÇÃO NO CONTEXTO DA REVELAÇÃO EDUCACIONAL - EPISÓDIO 10 - ISMAEL BRAVO)

 

Vamos adentrar na profundidade da natureza humana do dia a dia, onde por vezes o Silêncio é de grande valor, pois quem muito fala pouco sabe, o verdadeiro mestre enfatiza a ética, o equilíbrio emocional e a busca sincera pela verdade, seus conselhos soam atemporais, este poderia ser um sábio contemporâneo orientando sobre virtudes e comportamentos.

O valor da temática desse episódio se consolida a personificação de seus atores pedagógicos, direção, coordenação pedagógica, professores e demais profissionais que debruçam nesse discorrer. Podendo estar aqui e por que não, as representações colegiadas da unidade educacional.

Pois nessas reflexões se busca sedimentar nos seres humanos participes o contexto em que a sociedade se encontra diante das revelações, fruto da transição por que a humanidade vem passando ao longo do últimos tempos em que quiz a divina providência fossemos os agentes dessa transformação.

Entendemos que para se pensar em elaborar, reelaborar e ou atualizar um Projeto Político Pedagógico – PPP, há que em primeira instância nos despimos de alguns dogmas que foram incutidos em nosso ser para aí sim ter clareza e iluminação para o caminho a ser trilhado.

Então vejamos, há momentos na história que se torna mais do que um cenário e sim uma mensagem e sempre que isso acontece a humanidade sente não racionalmente, mas nas camadas silenciosas da consciência, onde o pressentimento nasce antes do pensamento.

Isso acontece em tempos de transição quando algo está prestes a mudar no curso da história, nesses momentos se buscarmos pelo passado vamos nos deparar com situações que sinalizam como não sendo a primeira vez que se desperta inquietação na humanidade e que se tem esse sentimento, em mais esse aspecto do Contexto Educacional.

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08/02/2026

ESCOLAS CÍVICO-MILITARES

 Artigo de Thiago Amparo na Folha de São Paulo de 5 fev, p. A3.


PELU FIM DAS ISCOLAS SÍVICOS-MILITÁRIS

Nesta semana, alunos de uma escola estadual de Caçapava, no interior de São Paulo, aprenderam, além de comandos militares, a escrever errado as palavras "descansar" e "continência" —na lousa, viam "descançar" e "continêcia".

O erro de grafia no quadro escolar, capturado em vídeo, foi protagonizado por um dos monitores do modelo cívico-militar, no primeiro dia de implementação do programa. Nem os comandos militares, nem os erros de grafia caem no Enem, há de ser registrado.

A resposta da pasta estadual de Educação diante do vexame foi pior que o episódio em si. Para a secretaria estadual, os monitores não atuarão em sala de aula, mas, sim, no reforço da disciplina, do respeito e dos valores cívicos. Ou seja, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) retira 208 policiais militares da aposentadoria e paga uma bolsa-PM de R$ 301,70 por dia para que estes, entre outras coisas, controlem o corte de cabelo dos alunos, fiscalizem seus uniformes, os organizem em filas e os façam cantar o Hino Nacional.

Parte dos familiares é a favor das escolas cívico-militares. A razão, em geral, é a disciplina escolar. Mas é importante separar o joio do trigo.

Professores tampouco são a favor de um ambiente escolar em que a desordem impere. Mas coisa bem diferente é gastar R$ 17 milhões ao ano para que militares, em geral sem educação superior, executem funções para as quais não têm formação. Tarcísio precisa explicar aos pais de alunos mais pobres por que prefere gastar R$ 17 milhões com militares do que com o futuro de seus filhos.

O ensino cívico-militar serve apenas para amedrontar alunos e ensiná-los a respeitar autoridade sem questioná-la, habilidade esta útil apenas para formar a mão de obra barata de ditaduras.

Se, como os liberais, o leitor crê que o alvo da educação é formar os melhores profissionais para o mercado, deve pensar que o foco precisa estar na inovação e na excelência individual, não na subserviência. E se, como os progressistas, vê a educação como caminho para a liberdade, sabe que aquilo que liberta as pessoas é o pensamento crítico, não um cassetete sobre suas cabeças.

HERÁCLITO

 Heráclito, filósofo pré-socrático: "Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois o rio não é o mesmo e o homem não é o mesmo".

RACISMO

 Dizem que os imigrantes europeus chegaram aqui sem nada. Roupa do corpo, fome, trabalho duro. Verdade. Só que essa verdade vem com um rodapé que muita gente faz questão de arrancar.


Eles não chegaram “sem nada” para um Estado neutro. Chegaram para um Estado com plano. Teve política pública, teve subsídio, teve incentivo, teve terra, teve crédito, teve porta aberta. Teve, sobretudo, acesso. E acesso é a moeda invisível que decide quem vira “pioneiro” e quem vira “problema social”.

Agora compare com o outro lado da foto. Ex-escravizados saíram da abolição largados no acostamento da história. Sem terra. Sem escola. Sem indenização. Sem proteção. Com a polícia como recepcionista e o preconceito como lei não escrita - muitas vezes escrita, sim. A República nasceu devendo e escolheu não pagar. E depois ainda pediu “mérito”.

Aí vem o mantra: mas também existia branco pobre. Existia. Existe. E deve ser atendido com políticas sociais fortes, sempre. Só que pobreza não apaga racismo. Racismo atravessa a pobreza e acrescenta uma camada de muro, humilhação e desvantagem que não aparece no discurso bonito do “somos todos iguais”.

O debate sobre cotas não é um concurso de sofrimento. É uma discussão sobre o que o Estado fez e sobre o que ele se recusou a fazer. Um grupo recebeu escada. O outro recebeu empurrão.

E quando alguém grita “mérito”, sem encarar essa largada viciada, não está defendendo justiça. Está defendendo conforto.

E-BOOK GESTÃO DA EDUCAÇÃO NO CONTEXTO DA REVELAÇÃO EDUCACIONAL - ISMAEL BRAVO

 

PLANO DE GESTÃO DA UNIDADE EDUCACIONAL ( GESTÃO DA EDUCAÇÃO NO CONTEXTO DA REVELAÇÃO EDUCACIONAL - EPISÓDIO 9 - ISMAEL BRAVO)

 

A função do gestor dentro da unidade educacional é revestida de uma nova perspectiva global, ou seja, a de provocar a melhoria do funcionamento da unidade; a de encontrar soluções para os problemas que se colocam localmente para a implementação de novas finalidades educacionais e a de introduzir a inovação para melhorar a qualidade e sua eficácia do ensino.

É necessário rever a concepção de qualidade de ensino, que é inseparável das características econômicas, socioculturais e psicológicas da comunidade.

Para isso objetiva-se dar suporte ao gestor para desempenhar o papel de catalisador, que é o de prover soluções, de viabilizar o processo de melhoria e inovação, a fim de poder inspirar, estimular, orientar e criar o clima necessário à criatividade e comprometimento de sua equipe.

Todo este envolvimento estabelece uma unidade educacional de aprendizagem e inovação, significando uma mudança de mentalidade funcional dentro da instituição.

As experiências sociais e culturais (o meio em que vivem, as relações familiares e a educação familiar), as motivações e as expectativas em relação à unidade educacional e ao futuro é que indicam o modo preciso para o sistema educacional direcionar suas ações no antecipar-se ao possível fracasso educacional dos alunos.

Estar o aluno motivado ao estudo não depende apenas da sua capacidade, pois, para se saber do que cada um é capaz, é preciso verificar antes as condições reais de vida que se sobrepõem à motivação individual, em mais esse aspecto do Contexto Educacional.

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