Lao-Tsé, filósofo chinês, disse: “Quem domina os outros é forte; quem domina a si mesmo é poderoso.” - Oeste Geral.
Viktor Frankl, filósofo: 'Tudo pode ser tirado do homem, exceto uma coisa: a escolha do próprio caminho' - Purepeople.
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O que comer para fortalecer a flora intestinal: os alimentos fermentados mais úteis e onde incluir cada um - Correio Braziliense - Radar.
Médica cita bebidas alcoólicas que mais afetam a microbiota intestinal.
Um quadro de 1562 "prova" que vivemos com dinossauros? | G1.
Stephen Hawking, ao comentar ideias de Albert Einstein, disse: “Ele estava errado quando disse que Deus não joga dados com o universo.” - Oeste Geral.
As Sete Maravilhas do Mundo Antigo - World History Encyclopedia.
Estudo da Nature Geoscience já tem data para o fim do oxigênio na atmosfera da Terra, a pesquisa aponta que o aumento da luminosidade solar vai reduzir o CO₂ disponível para a fotossíntese, levando a uma queda abrupta do gás daqui a cerca de 1 bilhão de anos - CPG Click Petróleo e Gás.
Os adolescentes que precisavam lidar com o tédio nos anos 90 não aprenderam apenas a esperar. Desenvolveram uma tolerância emocional que a geração da recompensa instantânea ainda tenta construir - Correio Braziliense - Radar.
Hábitos simples que ajudam estudantes a aprender mais sem passar o dia inteiro estudando - Correio Braziliense - Radar.
Muitos psicólogos concordam: "Pessoas que usam calendários de papel processam informações de forma diferente".
O portal de pedra nos Andes que desafia a ciência e levanta teorias sobre tecnologia perdida.
Maior satélite de Netuno seria responsável por inclinação de quase 30 graus do planeta, sugere pesquisador da Unesp.
Cientistas registram pela primeira vez abertura de placa tectônica no fundo do mar.
Área obscura do céu abriga superaglomerado de galáxias gigante.
Pessoas que cresceram sem elogios não só têm dificuldade com elogios na idade adulta, mas também desenvolvem um poderoso mapa de validação interna, segundo psicologia.
A época em que as pessoas precisavam se desculpar por demonstrar alegria — e como isso mudou ao longo dos séculos.
Exercícios excêntricos: como ganhar força com menos esforço.
Hantavírus: OMS prevê novos casos após mortes em navio de cruzeiro.
Descoberta de menino em quintal muda teoria centenária da biologia.
Lobo gigante de 'Game of Thrones' ‘ressuscitado’ após 12 mil anos de extinção já está pronto para se reproduzir.
Uma mulher grávida aceita trabalhar para montar o enxoval do filho e acaba ajoelhada diante de uma arma, sendo torturada dentro da casa onde deveria apenas exercer sua profissão. Mais perturbador ainda é perceber que a agressora não demonstrou medo, culpa ou arrependimento. Ao contrário: narrou a sessão de violência como quem relata um troféu. A frase sobre a mão inchada de tanto bater não é apenas crueldade. Não neguem! É parte da elite brasileira que ainda naturaliza o sofrimento daqueles que considera “inferiores”. O Brasil aboliu oficialmente a escravidão, mas emocionalmente muita gente continua vivendo em 1888. O mais revoltante não é somente a barbárie física. Mas o que vejo por trás dela. A doméstica não foi vista como pessoa. Quando alguém enfia uma arma na boca de uma mulher grávida para arrancar confissão não é “perda de controle”. É o delírio narcísico de quem acredita que dinheiro, sobrenome ou posição social autorizam humilhar, violentar e decidir quem merece humanidade. E a podridão se aprofunda quando surge a suspeita de proteção policial. Porque toda violência extrema necessita de uma rede de silêncios para sobreviver. O Brasil não é apenas um país violento. É um país perigosamente acostumado a relativizar a violência dependendo de quem apanha e de quem bate. Se fosse uma empresária grávida colocada de joelhos com uma arma na boca, o país inteiro estaria em combustão permanente. Mas quando a vítima é uma empregada doméstica pobre, parte da sociedade ainda reage com uma frieza obscena. O horror no Brasil não nasce do nada: ele nasce da desigualdade transformada em cultura, da desumanização diária e da mania histórica de tratar trabalhadores domésticos como seres invisíveis. A casa de muita gente ainda funciona como um pequeno feudo emocional, onde alguns patrões acreditam que pagar salário compra submissão absoluta. E enquanto o país continuar tratando empregados como cidadãos de segunda categoria, continuaremos vendo atrocidades que parecem saídas de um porão medieval acontecendo em condomínios, apartamentos de luxo e casas aparentemente “de família”.
Houve um tempo em que a natureza era ensinada nas escolas como algo que existia em função do ser humano. Tudo era classificado a partir de um critério: servir ou prejudicar. Lembro ainda, no prezinho, de aprender que a cobra era um “animal nocivo ao ser humano”. A idéia não descrevia apenas um risco, insinuava uma intenção de oposição consciente ao ser humano.


Ela dominava seis idiomas aos doze anos.
Usava o dinheiro que ganhava nos jogos de cartas para comprar livros de
física.
Fazia experimentos escondida em seu próprio laboratório porque as
universidades sequer a aceitavam.
Seu nome era Émilie du Châtelet — e talvez seja a cientista mais
brilhante de quem quase ninguém ouviu falar.
Seu pai — percebendo que havia algo excepcional naquela menina — se
recusou.
Seis dias depois, morreu.
Tinha 42 anos.
Foi ela quem corrigiu a fórmula de energia cinética.
Foi ela quem tornou o Principia compreensível para toda uma geração.
Trabalhou até o fim.
Porque a obra precisava ser concluída.
Porque o conhecimento importava mais do que o reconhecimento.
Porque algumas pessoas nascem para expandir o entendimento humano, custe
o que custar.
Matemática. Física. Tradutora. Visionária.
A mulher que correu contra a morte para terminar sua obra — e conseguiu.
A ideia de que a família patriarcal - homem provedor, mulher submissa à
condição de adjutora e resumida às crias e lidas do lar seria um “projeto
divino” não resiste a um exame minimamente sério da história da humanidade.
Isso não é uma provocação ideológica gratuita da minha parte, jamais, isso é o
que mostram, de forma consistente, a antropologia, a arqueologia e a própria
história das religiões.
Não mesmo!
Ele é fabricado pela necessidade de organizar a propriedade.
Isso é um conhecimento básico, deveria ser ensinado nas escolas, deveria
ser de fácil acesso...
As pessoas deveriam ter o direito de entender esse processo que gerou a
nossa realidade, pra evitar uma série de equívocos extremamente perigosos...
Mas, pelo contrário!
E assim, com a grande maioria no total escuro, o velho, podre, caquético
e patético mundo em que vivemos segue vivo e brutal como sempre.
Precisa parecer digno e honrado, pra assim ser objeto de desejo, de
sonho...
Pra ser visto como "sentido pra vida".
É aqui que entra a religião. Não como origem do patriarcado, mas como
seu principal instrumento de naturalização. Como aponta a filósofa e teóloga
Mary Daly, quando a autoridade divina é representada como masculina, a
hierarquia social ganha uma justificativa sagrada. O que antes era uma
imposição histórica passa a ser apresentado como vontade de Deus...
Textos religiosos antigos são reveladores, neles há uma insistência
quase obsessiva em regular o comportamento feminino: tudo é sobre preservar
virgindade, sobre obediência, sobre silêncio, tudo finda em submissão. Não é à
toa! É o reflexo de uma ordem social que precisava garantir controle sobre a
reprodução e encontrou na religião uma forma de blindar essa necessidade.
Quando uma regra vira mandamento divino, ela deixa de ser questionável,
mata o raciocínio. A dominação é moral.
Cozinhar, limpar, cuidar dos filhos, sustentar emocionalmente a família,
tudo isso é tratado então como “vocação” ou “amor”, quando na verdade é
trabalho indispensável pra reprodução/manutenção da força de trabalho. Explico:
o lar não é apenas espaço privado ele é uma engrenagem econômica central. É
nele que são produzidos, criados, treinados os trabalhadores e trabalhadoras
que darão sustentação ao sistema. A mulher “do lar” não é um ideal espiritual,
é uma peça funcional de um sistema que depende do seu trabalho. E pior, do seu
trabalho gratuito.
Ou seja, o modelo que hoje é defendido como “natural” e “divino” é, na
verdade, resultado de processos históricos específicos, econômicos, políticos e
coloniais.
É apenas sobre recusar a manipulação entre fé e estrutura de dominação.
Porque quando uma forma histórica de controle é apresentada como vontade
divina, o que está em jogo não é nada sobre Deus, é poder humano se colocando
como incontestável.
Aí não tem como dar certo né?
Não tem.
E não deu.
Indicações de livros sobre esse
assunto:
A Criação do Patriarcado - Gerda
Lerner
Além de Deus Pai - Mary Daly
Ginecologia (Gyn/Ecology) - Mary Daly
Calibã e a Bruxa - Silvia Federici
O Ponto Zero da Revolução - Silvia
Federici
A Guerra Contra as Mulheres - Rita
Segato
As Estruturas Elementares da
Violência - Rita Segato
A Origem da Família, da Propriedade
Privada e do Estado - Friedrich Engels
O recente "documentário" do Brasil Paralelo, "Pedagogia
do Abandono" vem batendo com força na velha tecla de que as escolas
brasileiras estão desvirtuadas pelo excesso da pedagogia do Paulo Freire,
pedagogia esta que, por terem certeza do que se trata e do quanto ela seria
perigosa pros planos deles, pretendem enxovalhá-la o quanto puderem, e muito
êxito já tem conseguido porque, infelizmente, há uma profunda ignorância sobre
esse mestre e sua obra, em todas as camadas sociais.
Por favor, sejamos minimamente decentes, a escola brasileira
contemporânea não entrou em crise por excesso de Paulo Freire, como pregam os
arautos do obscurantismo, jamais! Entrou em crise porque está cada vez mais
subordinada à lógica de mercado, à financeirização da educação e à captura
empresarial das políticas públicas!
O problema não é “ideologia freiriana demais”; é justamente o oposto, é
ausência praticamente total de qualquer prática freiriana real!
Mas quem se importa de procurar saber né?
É tão mais confortável se entupir de conteúdo raso, mentiroso e
hipócrita...
Ele desce molinho, sem necessidade de mastigação cerebral nenhuma é? Só
pode.
Entende?
Ela organiza o tempo, disciplina corpos, naturaliza hierarquias e treina
indivíduos pra operar encaixados dentro das estruturas institucionais que
ordenam a sociedade, lembrando aqui de Louis Althusser, que analisou a
escola como um aparelho ideológico do Estado.
Isso é útil pra quem?
Pensemos nisso.
Quando você olha pra escola hoje, com suas provas padronizadas, seu
ranking de desempenho, suas métricas de produtividade, suas plataformas
digitais de controle e seus currículos fragmentados, o que aparece não é um
espaço de formação humana, mas um ambiente de gestão de desempenho. Os alunos
são vistos como meros dados, o professor, um operador e o conhecimento, a
mercadoria.
Consequentemente, é um ambiente excludente, que não está pensado pra
lidar com as diferenças.
Aí que a proposta de Freire se torna incômoda mesmo.
Afinal, ele nunca esteve interessado em eficiência no sentido empresarial
né? O real interesse era em consciência. E consciência crítica é perigosa
demais pra qualquer sistema baseado em desigualdade estrutural.
Já a pedagogia freiriana desloca completamente esse eixo.
O ponto de partida não é o conteúdo abstrato, distante, impessoal e
massificante mas a realidade concreta do educando. Isso significa partir das
condições materiais de existência - trabalho, território, cultura, opressões
vividas. E não é romantização da experiência como muitos críticos tentam
pintar. É método cabível e revolucionário!
(Que palavra perigosa, herética essa - REVOLUCIONÁRIO! Não é à toa todo
esforço em riscá-la do dicionário da prática educacional...)
É reconhecer que conhecimento não brota no vazio e sim nas contradições
da vida real.
E mais, Freire introduz algo que a escola atual tenta neutralizar a
qualquer custo, que é o conflito. Pra ele, aprender envolve problematizar,
tensionar, desnaturalizar. Não existe educação crítica sem desconforto. Já o
modelo dominante busca exatamente o contrário: estabilidade, previsibilidade,
controle.
E tem uma questão que raramente é dita de forma explícita: uma educação
verdadeiramente crítica é incompatível com níveis extremos de desigualdade
social porque ela expõe as estruturas que produzem essa desigualdade.
Freire sabia disso. Por isso sua pedagogia está profundamente ligada à
ideia de conscientização, não no sentido superficial de “ter opinião”, mas de
compreender as relações de poder que estruturam a sociedade.
Isso inclui, inevitavelmente, questionar exploração econômica,
desigualdade de classe, racismo estrutural, patriarcado e também o uso político
da religião. E é exatamente esse potencial de leitura crítica do mundo que
torna sua obra alvo constante de ataques.
Enquanto isso, a realidade segue com professores precarizados, escolas
sucateadas, currículos esvaziados de pensamento crítico, merenda escolar
insuficiente e/ou inadequada, expansão do ensino como negócio e uma massa de
estudantes treinada para competir, não para compreender a realidade nem de si,
nem do mundo, nem de nada...
E até onde essa competição é justa?
Desde quando?
Essa competição dá conta de quantos e quais?
É isso que a equipe do Brasil Paralelo e quem os financia pensa sobre
nós.
Um bando de idiotas úteis ao projeto de poder deles!
O melhor que poderíamos fazer como resposta seria dar o troco através da
busca sincera por conhecimento real sobre esse assunto e o compartilhamento
desse interesse e recursos com quem nos importamos.
Aproveitemos a facilidade. Com responsabilidade, dignidade, bom
senso.
O mistério da Grande Pirâmide do Egito: como 2.300.000 blocos de pedra foram erguidos em apenas 30 anos - Oeste Geral.
Península Ibérica está girando no sentido horário e geólogos emitem alerta.
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