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08/10/2026
DESAFIOS DA EDUCAÇÃO, DA FÉ E DO MUNDO DIGITAL - MARIO SÉRGIO CORTELLA
Mario Sérgio Cortella fala sobre os desafios da educação, da fé e do mundo digital.
MENTE: TREINOS PARA O CÉREBRO ATIVO E SAUDÁVEL, SINAIS DE DEPRESSÃO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES, PLUTARCO E O USO DO TEMPO
11 treinos mentais para manter o cérebro mais ativo e saudável.
Depressão em crianças e adolescentes: sinais que merecem atenção.02/10/2026
CIÊNCIA: ERUPÇÃO SOLAR, CAFÉ E MICROBIOTA INTESTINAL, MAPA BABILÔNICO E A ARCA DE NOÉ
Terra entra em alerta após erupção em filamento do Sol gerar tempestade solar em direção ao planeta | CNN Brasil.
Café altera microbioma intestinal e pode influenciar humor e cognição, aponta estudo.
O mapa babilônico que pode indicar o caminho até a Arca de Noé - Aventuras na História.
Após 4.300 anos, montanha de 157 metros na Turquia pode revelar paradeiro da Arca de Noé | CNN Brasil.
MENTE: CARACTERÍSTICA EMOCIONAL DOS BABY-BOOMERS, FELICIDADE FEMININA, ANESTESIA GERAL E CÉREBRO, CÉREBRO E DOR CRÔNICA
Nascidos entre 1945 e 1965 cresceram em meio a limitações e podem ter desenvolvido uma característica emocional que chama atenção da psicologia - Diário do Litoral.
Antoine de Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe, sobre aquilo que presentes não conseguem oferecer: “A felicidade de uma mulher está na paz de ser compreendida e respeitada” - Oeste Geral.
Medicina: o que a anestesia geral revela sobre o nosso cérebro - BBC News Brasil.
Estudo de aluno da Faculdade de Medicina da USP é premiado internacionalmente: estresse, cérebro e dor crônica – Jornal da USP.
26/09/2026
O ATENEU - RAUL POMPEIA
Raul Pompeia nasceu em Angra dos Reis, em 1863, em uma família muito rica. Dono de uma alma profundamente sensível, artística e observadora, ele carregava desde a juventude uma intensidade emocional que o tornava tanto um gênio quanto alguém extremamente vulnerável às pressões do mundo.
18/09/2026
PISA EM SP (APASE)
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O FALSO PISA DE SP (UDEMO)
15 MINUTOS DE UDEMO 
O FALSO PISA - EDUCAÇÃO DE SP ESTÁ CAINDO!
Assista em: https://youtu.be/_jQSRBygeCk
JEAN-JACQUES ROUSSEAU E O ENSINO PRECOCE
Jean-Jacques Rousseau, filósofo genebrino: “A natureza quer que as crianças sejam crianças antes de serem homens”, a frase de 1762 que ainda divide defensores do ensino precoce e especialistas em infância - Olhar Digital.
RECIFES ARTIFICIAIS E VIDA MARINHA
Lançados ao mar em 1978, pneus preenchidos com concreto transformaram-se em um próspero habitat para peixes, lagostas e diversas outras espécies marinhas | CNN Brasil.
SAÚDE: DOENÇA RARA, FRIO NOS PÉS, DORMÊNCIA E FORMIGAMENTO
'Descobri que tinha uma doença rara depois de um match no Tinder' - BBC News Brasil.
Sentir muito frio nos pés é normal? Entenda a relação.
Quando se preocupar com dormência e formigamento: especialista explica neuropatia e outras causas | Saúde | extra.
EDUCAÇÃO: PROFESSORES IDOSOS, POBREZA E DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM
Apagão: nº de professores idosos mais do que dobra, e o de jovens cai | G1.
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COMPORTAMENTO: IMPORTÂNCIA DO SONO PARA ADOLESCENTES, CONDUTORES E EXCESSO DE VELOCIDADE
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Pesquisa inédita mapeia comportamento de condutores e desmistifica ganho de tempo com excesso de velocidade – Jornal da USP.
HIGIENE NO PARTO
Em 1847, o médico húngaro Ignaz Semmelweis trabalhava em uma maternidade de Viena.
12/09/2026
FAMÍLIA IMPERIAL BRASILEIRA
Ela nasceu neta do último rei da
Baviera e terminou seus dias no Brasil como a mulher que, em outra realidade
política, poderia ter usado a coroa de imperatriz do Brasil. Em 9 de setembro
de 1914, enquanto a Europa mergulhava na Primeira Guerra Mundial, nascia no
Palácio de Nymphenburg, em Munique, a princesa Maria Elisabeth Franziska
Josepha Therese da Baviera, uma Wittelsbach que décadas mais tarde uniria seu
destino ao dos descendentes da princesa Isabel.
Maria Elisabeth era filha do príncipe Franz da Baviera e da princesa Isabella Antonie de Croÿ e neta paterna de Ludwig III, o último rei da Baviera. Seu nascimento ocorreu, portanto, dentro de uma monarquia ainda viva: seu avô ocupava o trono bávaro desde 1913, mas a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial e a revolução de 1918 encerrariam o reinado dos Wittelsbach. Quando Maria Elisabeth tinha apenas quatro anos, a coroa que parecera parte natural de sua infância havia desaparecido.
Curiosamente, ela também possuía uma ligação de sangue com uma das mulheres mais célebres da história dos Wittelsbach: a imperatriz Elisabeth da Áustria, a lendária Sissi. O parentesco era distante, mas perfeitamente identificável. Ludovika da Baviera, mãe de Sissi, era meia-irmã do rei Ludwig I da Baviera. Ludwig I, por sua vez, foi pai do príncipe-regente Luitpold, bisavô de Maria Elisabeth. Assim, Sissi era prima-irmã de Luitpold; genealogicamente, Maria Elisabeth e a famosa imperatriz austríaca eram primas de primeiro grau separadas por três gerações.
A conexão de Maria Elisabeth com o Brasil começou em 19 de agosto de 1937, quando, aos 22 anos, ela se casou na capela do Palácio de Nymphenburg com o príncipe Pedro Henrique de Orléans e Bragança. Ele era bisneto de D. Pedro II e neto da princesa Isabel através do príncipe Luís de Orléans e Bragança. Para os partidários do chamado ramo de Vassouras, Pedro Henrique era, desde a morte da princesa Isabel em 1921, o chefe da Casa Imperial do Brasil e herdeiro dinástico do trono extinto.
A partir daquele casamento, D. Maria Isabel da Baviera passou a ocupar uma posição singular dentro da tradição dinástica brasileira. Essa posição, contudo, não era consensual. A sucessão defendida pelo ramo de Vassouras baseava-se na renúncia feita em 1908 por Pedro de Alcântara, filho mais velho da princesa Isabel, antes de seu casamento com Elisabeth Dobrzensky de Dobrzenicz. Décadas depois, seus descendentes do chamado ramo de Petrópolis contestariam a validade e o alcance dessa renúncia. Por isso, qualquer afirmação de que D. Maria Isabel teria sido necessariamente imperatriz deve ser acompanhada dessa ressalva: caso a monarquia brasileira tivesse sido restaurada sob a linha sucessória reconhecida pelo ramo de Vassouras, Pedro Henrique seria considerado imperador e D. Maria Isabel, sua imperatriz-consorte.
O casamento produziu uma família extraordinariamente numerosa para os padrões das casas reais do século XX: foram doze filhos. Impedidos pela Segunda Guerra Mundial de se estabelecer imediatamente no Brasil, Pedro Henrique e D. Maria Isabel somente conseguiram transferir definitivamente a família para o país em 1945. Passaram inicialmente por Petrópolis e, mais tarde, pela Fazenda Santa Maria, em Jacarezinho, no Paraná, antes de se estabelecerem em Vassouras, cidade profundamente ligada à memória do Império brasileiro.
Ali, D. Maria Isabel da Baviera construiu uma vida muito diferente daquela sugerida pelos palácios de sua infância. Nascida entre os Wittelsbach, neta de um rei e aparentada com Sissi, tornou-se a matriarca de uma extensa família brasileira, vivendo durante décadas num país que já não possuía trono, mas onde seus descendentes continuaram representando uma das interpretações da sucessão imperial.
Pedro Henrique morreu em 5 de julho de 1981. D. Maria Isabel permaneceu viúva durante quase trinta anos e viu seu filho mais velho, Luiz, assumir a chefia do ramo de Vassouras. Ela faleceu no Rio de Janeiro em 13 de maio de 2011, aos 96 anos — justamente em uma data carregada de simbolismo para a família em que ingressara pelo casamento: o aniversário da assinatura da Lei Áurea pela princesa Isabel, em 1888. No dia seguinte, foi sepultada em Vassouras, ao lado da família que fizera do Brasil sua segunda pátria.
D. Maria Isabel da Baviera jamais foi imperatriz, assim como seu marido jamais ocupou um trono. Ainda assim, sua trajetória reuniu duas monarquias desaparecidas: nasceu sob a sombra da coroa dos Wittelsbach na Baviera e tornou-se esposa do homem que uma importante corrente monarquista brasileira reconhecia como herdeiro da coroa dos Bragança. Entre Nymphenburg e Vassouras, sua vida atravessou guerras, quedas de dinastias, exílio e mudanças de continente — uma princesa europeia cuja história terminou profundamente ligada ao último capítulo ainda vivo da tradição imperial brasileira.
Texto: Renato Drummond Tapioca Neto
RACISMO NA ESCOLA
Um episódio em uma turma do 9º ano terminou com o professor registrando um Boletim de Ocorrência durante a aula. Um grupo de alunos chamava uma colega negra de “Zé Gotinha da Petrobras”. Enquanto eles riam e insistiam nas provocações, a adolescente chorava.
IMIGRAÇÃO E PERDA DA HUMANIDADE
Como prometi ontem, vou falar sobre o
post que fiz colhendo opiniões da Direita sobre a questão dos Imigrantes.
Li todos os comentários, e outra vez
agradeço a todos que foram de forma educada e responderam a questão. Gostaria
que os colegas da esquerda também mantivessem a mesma postura, a conversa foi
bastante civilizada no outro post, e o convite foi meu, eu queria entender o
ponto deles.
O que observei em todos os
comentários foi a predominância da visão pontual. Parece muito simples: Nenhum
país conseguiria suportar a miséria do mundo. Deixar entrar imigrantes é atrair
pobres, desordem e violência. Porque obviamente não estávamos falando sobre os
imigrantes legais como os EUA importam da China, Índia e demais países desde
que sejam graduados e se destaquem nas suas áreas de atuação. Falávamos dos que
chegam sem nada, fugindo de lugares sem esperança, muitas vezes com filhos
pequenos e no máximo uma trouxa de roupas. E é mesmo um fato. Nenhum país do
mundo tem estrutura para a livre imigração.
Já comentei num post sobre um livro
que li mais ou menos aos 12 anos: "Uma casa na campina", que foi
adaptado recentemente para a série (Netflix) "Uma casa na pradaria".
Essa série mostra uma família branca e pobre imigrando para o interior dos EUA
por volta de 1870. Eles imaginavam estar chegando em uma terra doada pelo
governo, mas descobrem que essas terras eram complicadas, os índios expulsavam
quem chegasse lá, porque (assim como nós atualmente) entendiam que aquelas
terras eram deles. Eles é que nasceram lá, era o lugar onde seus antepassados
foram enterrados, e não aceitavam o roubo de suas terras pelos imigrantes.
Parece que o problema não é novo. Os
palestinos viveram o mesmo com a chegada dos judeus e deu no que deu. Devemos
sim temer o nosso destino com tais imigrações.
O que percebi como traço comum é que
as posições da direita em momento algum tem a preocupação de quem são esses
imigrantes, para onde eles irão se forem expulsos, qual a relação com a
exploração econômica das grandes potências contra os países pobres, para onde
eles vão fugir da miséria, dos bombardeios e da fome insuflada sobre os países
pobres pelos ricos.
Ninguém sai da sua terra e vai para
outro país a esmo. A realidade da maioria dos imigrantes é uma fuga da fome e
da miséria na tentativa de dar uma vida minimamente digna aos filhos.
Atualmente, 24 países africanos estão
em conflito armado, e as armas são americanas, conflitos insuflados pelos EUA
que tem quase 800 bases aéreas espalhadas pelo mundo.
Se alguém analisa uma foto, pode ter
ideia errada do momento. Sem olhar o passado e contexto, questões complexas se
tornam muito simples. Alguém lá chegou a dizer que quando eu perdesse o meu
emprego eu entenderia. Ou seja...
... É um olhar egoísta, isso ninguém
pode negar.
E a única verdade sobre isso é que
não há resposta, não há solução, mas se todos enxergassem as causas, haveria
uma revolta contra os exploradores, e não contra os imigrantes.
O que mais surpreende é que não há
tristeza em quase nenhum dos que se declaram defensores do fechamento de
fronteiras e expulsão dos ilegais.
É como se, depois de colocados para
fora, ou impedidos de entrar, eles desaparecessem, ou não dissessem respeito a
nós.
Essa coisa de pensar só no hoje e só
em nós ou no nosso país... São humanos perambulando em busca de um lugar para
se alimentar e viver, como meu bisavô português e minha bisavó holandesa, apenas
não são mais os brancos que precisam migrar como os poloneses e inglêses que
foram parar nos EUA, ou os europeus que vieram durante a segunda guerra mundial
e no pós guerra.
Nem sempre e nem tudo é apenas sobre
nós.
Eu também queria compartilhar com vocês
esse meu ponto de vista com vocês.
Podemos não ter solução, mas como não
ter angústia e simplificar a solução, fechando fronteiras e ignorando o que se
passa do lado de fora?
Perder a humanidade em nós para preservar um país? Seria essa a
resposta? Penso que não.
CIÊNCIA: ORGANISMO DA ERA DO GELO, COLÔNIA SOB O GELO DA ANTÁRTIDA, MOVIMENTAÇÃO DO POLO NORTE, IDOSA INDEPENDENTE DE 101 ANOS
Organismo da Era do Gelo desperta após 24 mil anos no permafrost da Sibéria e se reproduz ao ser descongelado por cientistas.
Robô enviado sob o gelo da Antártida encontra uma colônia gigantesca com 60 milhões de ninhos de peixes distribuídos por uma área de 240 quilômetros quadrados - Super Rádio Tupi.
Movimentação do Polo Norte.
JoCleta Wilson, 101 anos, mantém independência, mora sozinha, dirige, trabalha, e desistiu da aposentadoria 3 vezes. Superidosa tem um conselho valioso: 'Sempre digo que você não precisa se preocupar com coisas pequenas. Não se preocupe. Não deixe tudo te deixar com raiva. A raiva tira muita energia e muitas coisas boas da vida'.
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