Ano 7 - Nº 264 / sexta-feira, 06 de novembro de 2019
EDITORIAL
Paraisópolis e PISA: mais do mesmo, tudo junto e misturado
Esta semana, duas tragédias chamaram a atenção da mídia e da sociedade brasileira: o massacre de jovens negros brasileiros e os resultados do PISA divulgados internacionalmente. São acontecimentos diferentes em quase tudo, mas cujo entrelaçamento mostra muito profundamente o que é o país que nossas elites políticas e empresariais insistem em construir e perpetuar por aqui. Aparentemente distantes, o massacre dos jovens negros e os resultados do PISA se aproximam pela sua reiteração: são de certa forma, esperados.
Leia mais.NAS ONDAS DA EDUCAÇÃO
No programa de rádio do dia 09 de dezembro, vamos receber a professora e escritora Ivane Perotti para conversar sobre Literatura e arte na escola.
Segunda-feira ainda tem a coluna Pensando Bem e a Agenda da Educação com os principais eventos da semana.
Todas as segundas-feiras, das 20h00 às 22h00, o programa Pensar a Educação, Pensar o Brasil vai ao ar pela Rádio UFMG Educativa 104,5 FM.
Economia popular solidária – Eugênio Magno
Para ampliar a capacidade política e de articulação dos setores populares na esfera econômica, estão sendo criadas diversas redes de solidariedade.
A legitimidade das escolas cívico-militares I – Antonio Carlos Will Ludwig
Por sua vez, as escolas cívico-militares revelam a existência de uma militarização do ensino incidente nas escolas públicas da educação fundamental e média.
SESSÃO ESPECIAL – PISA
Pisa: culpa do Paulo Freire? – Tiago Tristão Artero
Sabemos que estes argumentos têm ganhado espaço nas discussões relativas
CONVITE À LEITURA
Para pensar a educação com Bourdieu – Maria das Dores Daros
O livro foi lançado pela editora da UFSC em agosto e os artigos que compõem a obra foram traduzidos por integrantes do Laboratório de Pesquisas Sociológicas Pierre Bourdieu (LAPSB/UFSC)
EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS
Uma reflexão sobre os/as defensores de direitos humanos – Manuela Abreu Corradi
Os(as) defensores(as) de direitos humanos são pessoas ativas, que atuam em diferentes partes do mundo, buscando promover e proteger os direitos humanos, nos mais diferentes contextos.
ENTREMEMÓRIAS
A professora Maria do Carmo – Laís Patrocínio
Mas nenhuma outra figura causou efeito parecido em minha vida como ela, minha professora da 3ª série, no final dos anos 90.
LIVRE EXPRESSÃO
A gente se escreve – Ivane Laurete Perotti
Queria saber quem a escrevera. Como a escrevera ali, tão grande e profunda. E o que a pessoa queria dizer? Só uma palavra.
PESQUISA EDUCACIONAL
CEDOC – Pesquisa e memória – Matheus Phillip
O Centro de Documentação e Memória (CEDOC) possui, sob sua guarda, fontes documentais que subsidiam os estudos e as pesquisas referentes à educação, à formação docente e à história e memória da Faculdade de Educação.
AMÉRICA LATINA
Pruebas PISA: todo sigue igual – Guillermo Jaim Etcheverry (via Clarin) – Argentina
Confiemos en que estos datos resulten de utilidad para tratar de encaminar la maltrecha educación argentina.
INDICAÇÃO DO LEITOR
Priscilla Bahiense – Com o objetivo de promover atualização em ciências da natureza mediante as demandas da BNCC, estão abertas as matrículas para o curso Ciências e as Pedagogas.
OPINIÃO DO LEITOR
Eudasio Cavalcante Melo em 05/12/2019, em resposta a João em 01/12/2019 – (EDUCAÇÃO EM DEBATE – Edição 261 – 14/11/2019 – O Brasil que nega seus intelectuais)
Caro João, gostaria de sugerir que conhecesse melhor o pensamento de Paulo Freire, para que possas construir uma ideia mais condizente com o que realmente este grande educador fez e representa para a educação no Brasil.
Abraços
Cesar em 04/12/2019 – (EDUCAÇÃO EM DEBATE – Edição 254 – 27/09/2019 – Educação moral e cívica – triste memória)
Quer dizer que alunos aprendendo sobre civismo e respeito ao próximo é uma “triste lembrança”? Bom é aluno fazendo sexo na sala de aula, usando drogas e batendo no professor, não é mesmo, seus esquerdistas filhos da puta?
Saudações, obrigado por comentar.
Vamos elencar alguns pontos sobre o comentário.
Bom dia!
Isso é um trabalho de décadas de descaso e doutrinação de “artistas”, “intelectuais” e políticos. Os “artistas” elogiam a ignorância e a sexualidade com músicas atacam a língua portuguesa e elogiando a sexualidade.