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02/05/2019

REVISTA ONLINE DE POLÍTICA E GESTÃO EDUCACIONAL V. 23 - JAN/ABR 2019

Caros leitores,

A revista Revista on line de Política e Gestão Educacional acaba de
publicar seu último número - v. 23, n.1, 2019, versão bilíngue -
português e inglês, disponível em
https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/issue/view/721/showToc. Convidamos a
navegar no sumário da revista para acessar os artigos e outros itens de seu
interesse.
Agradecemos a todos os autores, professores e pesquisadores pela confiança
e o envio de seus manuscritos para à nossa revista.
Até a próxima edição - já em processo de editoração.

Agradecemos seu interesse e apoio contínuo em nosso trabalho,
José Anderson Santos Cruz
Faculdade de Ciências e Letras/Unesp
anderson.cruz@unesp.br
Editor Adjunto e Executivo
Assessoria e Consultoria para Periódicos

Revista on line de Política e Gestão Educacional
v. 23, n. 1, jan/abr. (2019)
Sumário
https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/issue/view/721

Artigos
Um olhar estratégico para a gestão educacional: uma análise dos contornos
gerenciais propostos pela reforma do estado (6-30)
Ana Paula Torres, Maria Teresa Miceli Kerbauy
Reforma do estado brasileiro e a expansão da educação a distância no
Brasil (1996-2016) (31-48)
Stela Galbardi de Resende, Maria Luisa Furlan Costa
Organização da educação especial em uma rede estadual de ensino sob o
prisma das políticas públicas (49-60)
Geandra Cláudia Silva Santos
Contribuições de Stephen Ball para o campo das políticas educacionais
(61-84)
Regina Célia Linhares Hostins, Olívia Rochadel
A psicopedagogia na alfabetização de crianças com dificuldades de
aprendizagem (85-102)
Anaisa Alves de Moura, Francisca Neide Camelo Martins Rodrigues, Stela
Lopes Soares, Heraldo Simões Ferreira
Uma narrativa histórica da educação nacional entre mitos: do fundador ao
de democracia racial (103-131)
Paulo Crispim Alves de Souza, Ivan Fortunato
Conteúdo e forma na leitura literária: considerações sobre a formação
e atuação de professores da educação básica (132-146)
Francielle Nascimento Merett, Sandra Aparecida Pires Franco
O papel do professor como intelectual orgânico à luz de Gramsci (147-159)
Rogério de Morais, Arlindo Lins de Melo Júnior, Tiago Cesar Domingues
Ensino médio em tempo integral e a escola de Antonio Gramsci (160-174)
Flavia Gonçalves da Silva, Elisangela da Silva Bernado
Percepções dos estudantes de licenciatura acerca do conceito de
currículo: implicações da cultura e cultura escolar na educação
(175-201)
Andressa Graziele Brandt, Filomena Lucia Gossler Rodrigues da Silva, Sonia
Regina de Souza Fernandes, Franc-Lane Sousa Carvalho do Nascimento, Nadja
Regina Sousa Magalhães, Joelson de Sousa Morais
Alteridade e relações dialógicas: aproximações entre os pressupostos de
Enrique Dussel e Paulo Freire (202-216)
André Luis Castro de Freitas, Luciane Albernaz de Araujo Freitas
Significado formativo e participação democrática: uma pesquisa sobre o
ensino da história e da literatura (217-232)
Vincenzo Cafagna

________________________________________________________________________
Equipe Editorial
Revista on line de Política e Gestão Educacional
http://seer.fclar.unesp.br/rpge

25/09/2018

PRIVATIZAÇÃO LATU SENSU COMO MODELO DE REFORMA DA GESTÃO EDUCACIONAL



Observando políticas e práticas de privatização das organizações educativas, o artigo introduz o conceito de privatização lato sensu como modelo institucional de referência para a reforma da gestão educacional, compreendendo múltiplas formas e modalidades. Implicitamente baseado no retorno ao ideal clássico de uma teoria geral e mais racional de gestão, abordagens normativas prometem a regeneração da educação pública de acordo com o arquétipo da empresa privada, através de um processo que é criticamente designado de impregnação empresarial da gestão educacional.
Palavras-chave: Privatização lato sensu; gestão educacional; impregnação empresarial.

Leia o texto completo. Clique aqui.

10/06/2018

PANORAMA DAS POLÍTICAS SOCIAIS E EDUCACIONAIS E A REFORMA DO ESTADO – 2ª parte

Por Maria Ângela Paié Rodella Innocente[1]

O contexto brasileiro
Segundo dados do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP, 1991), entre os anos 30 e a década de 1970, houve no Brasil, um determinado tipo de welfare state, um sistema de proteção social, do qual constavam benefícios previdenciários e assistenciais, rede integrada de ensino básico e secundário, política de atenção à saúde e política habitacional, a partir da ruptura de um Estado Oligárquico, a emergência de um Estado centralizador e concentrador do poder, com políticas de corte nacional, legitimando a presença estatal no campo da proteção social.

No período 1930/1943, são instituídos os Institutos de Aposentadorias e Pensões e a legislação trabalhista, consolidada em 1943. Ocorre também nacionalização na área de saúde pública e educação. Entre 1945 e 1964, há uma incorporação de novos grupos sociais aos esquemas de proteção, sob padrão seletivo, heterogêneo e fragmentado de intervenção social do Estado. Já entre meados da década de 1960 e meados da década de 1970, ocorre a consolidação do sistema.

O pano de fundo consiste em acelerados processos de industrialização, urbanização e transformação da estrutura social brasileira, em que se organizam os sistemas nacionais públicos e a implementação de políticas de massa. Completa-se assim o sistema de welfare state no Brasil, definindo-se o núcleo duro da intervenção social do Estado, porém ao final dos anos 70 apresenta indícios de esgotamento e crise. Nos anos 80 abre-se uma agenda de reformas que discute a inclusão/exclusão, e a revisão do padrão de proteção social. Verifica-se, portanto, que no Brasil houve três momentos de grandes modificações institucionais, ligadas às fortes alterações do Estado brasileiro contemporâneo: 1930, 1964 e 1985/88. É com a reestruturação de 1988 que novos princípios introduzem um padrão mais universalista e homogêneo de política social.

Para outros autores, no entanto, nunca houve o Estado de bem-estar no Brasil, por ter-se demarcado por interrupções no regime democrático, levando à perda de garantias constitucionais e mudanças na concepção de Estado (AGUILAR, 2000 apud SUNG, 2003, p. 74).

A dinâmica do crescimento econômico dos anos 60 e 70, sustentada pelas altas taxas de expansão durante os anos do milagre econômico, tornou-se insustentável nos anos 80. Com a falência financeira do governo, surgiu a necessidade de reformas nos sistemas econômico, político e social. Sobretudo com o declínio do modelo de substituição de importações, intensificou-se o endividamento externo que, no final da década de 1970 e juntamente com a política de estatização das dívidas, nos anos finais do regime militar, aniquilaram a capacidade de investimento estatal. Tal cenário resultou em desequilíbrios do setor público e da dívida externa e nas altas taxas de inflação dos anos 80, atuando, também, no declínio do regime militar. A crise brasileira, no entanto, não foi isolada, mas atrelada a um processo mundial da dinâmica da acumulação e expansão do sistema capitalista, num momento de reestruturação das forças produtivas e reorganização das bases objetivas de produção, possibilitando a expansão do capital mundialmente.

Na década de 1980, embora sendo um período difícil para a economia brasileira, criou-se um cenário favorável para a reorganização dos movimentos sociais, com lutas pelas eleições diretas para a Presidência da República. Houve na verdade, porém, uma transição de continuidade, pois as forças políticas dominantes apenas atenderam na medida mínima necessária, às reivindicações das classes populares.

Com a diminuição da intervenção estatal em relação às políticas sociais que assegurem o bem-estar social, a partir, sobretudo, no Brasil, dos anos 90, com o recrudescimento do neoliberalismo, passamos a um processo de reforma do Estado brasileiro, nos moldes das reformas mundiais, redefinindo a amplitude da atuação social do Estado.

A reforma do Estado torna-se mais evidente a partir das eleições presidenciais de 1989 e, nos anos 90, cria-se o Ministério de Reforma do Estado – MARE. No Caderno MARE da Reforma do Estado nº 1, Pereira (1997) indica quatro problemas para a reforma do Estado: a delimitação do tamanho do Estado; a redefinição do papel regulador do Estado; a recuperação da governança ou capacidade financeira e administrativa de implementar as decisões políticas tomadas pelo governo; o aumento da governabilidade ou capacidade política do governo de intermediar interesses, garantir legitimidade e governar. Tais problemas envolvem as ideias de privatização, publicização e terceirização, a desregulação do Estado quanto ao mercado, a superação da crise fiscal e da forma burocrática de administrar o Estado, a legitimidade do governo perante a sociedade e a adequação das instituições políticas para intermediação dos interesses. Tais aspectos, segundo o autor, envolveriam uma reconstrução do Estado, adaptando-o às novas conformações sócio-político-econômicas, na expansão do capital mundial, em que Estado e mercado são “fatores complementares de coordenação econômica” (p. 11).

Dessa forma, em paralelo com a conjuntura mundial, temos que a situação do Brasil, desde os anos 90, é de inserção no neoliberalismo – Estado mínimo, atuação pontual, lógica do mercado e seus desdobramentos – desregulamentação, privatização, terceirização, flexibilização dos contratos de trabalho, administração pública gerencial, sendo que nesse modelo de desenvolvimento da produção (pós-Fordismo), a expropriação da capacidade intelectual do trabalhador é tão importante quanto foi o domínio sobre sua capacidade física no modelo taylorista-fordista (HELOANI, 2003).

Assim, embora com avanços em relação aos direitos sociais, na Constituição Federal de 1988, a reforma consistia em desconstruir tais avanços que haviam sido garantidos nos princípios constitucionais. Ou seja, a democratização dos direitos sociais dependia da lógica do mercado. A capacidade do país em resistir politicamente às reformas foi também limitada pela situação financeira precária, subordinando-o aos interesses internacionais.

A reorganização do Estado se reflete no campo educacional, de forma que as leis educacionais tendem a seguir esses parâmetros, não se tratando, no entanto, de uma determinação mecânica, visto que nem sempre a lei produzida é expressão fiel de seus pressupostos, mas depende da organização política das classes defensoras de determinados interesses.

Contudo, a dependência do Brasil do financiamento externo, para a execução de suas políticas públicas, faz com que as mesmas sejam, de certa forma, dirigidas por instituições transnacionais como o Banco Mundial (BM) e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que exigem a contrapartida dos investimentos.

Nesse contexto, de dependência do Brasil quanto ao financiamento do capital externo, encontramos, nos documentos do Banco Mundial, a ênfase de que a aplicação dos recursos deverá ser no Ensino Fundamental, o que também se expressa na Lei 9394/96 (LDB), artigos 4º, I em que é dever do Estado com a educação escolar pública e gratuita “o ensino fundamental, obrigatório e gratuito [...]” e 5º, § 2º, que prescreve “[...] o poder público assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório [...]”.

Na documentação do Banco Mundial (1996, p. 1), verificamos:
A Educação é crucial para o crescimento econômico e a redução da pobreza. A evolução da tecnologia e as reformas econômicas estão provocando mudanças extraordinárias na estrutura das economias, das indústrias e os mercados de trabalho em todo o mundo [...] Os investimentos em Educação contribuem para o acúmulo de capital humano que é essencial para conseguir investimentos mais altos e um crescimento econômico sustentável.

Entre os insumos considerados pelo BM, para a elevação da qualidade de ensino, encontramos os investimentos em infra-estrutura (cujos custos devem ser compartilhados com os pais), livros didáticos, capacitação de professores (formação em serviço e educação à distância), experiência dos professores, salários e tamanho da classe, sendo os dois últimos, não prioritários (BM, 1996).
Reportemo-nos a Jomtien, na Tailândia, cujo pacto (Declaração Mundial sobre Educação Para Todos e o Plano de Ação para satisfazer as Necessidades Básicas de Aprendizagem) o Brasil é signatário, expresso na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Entretanto, a Educação de qualidade ultrapassa a sala de aula e objetiva uma sociedade educada – aquela composta de cidadãos críticos e criativos capazes de indicar o rumo histórico coletivamente pretendido, pois a qualidade não pode ser somente interpretada como eficiência mercantil, relação custo/benefício, eficácia e produtividade, conceituação que atende à lógica mercantil e legitima socialmente as reformas. A melhoria da qualidade de ensino passa por políticas públicas que valorizem o ensino público, que atendam ao compromisso de transformação social. A qualidade em educação não é mera questão técnica, mas vincula-se a relações de poder, é fundamentalmente política, pois atrela-se a que grupos receberão mais recursos e quais serão excluídos. Porém, o Estado Democrático exige o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a ampla maioria da população e para a redução das desigualdades sociais, bem como para a participação efetiva da população no processo de tomada de decisão.

Dessa forma, com respeito à qualidade, podemos distinguir a qualidade política, ou seja, aquela em que a comunidade tem a capacidade de se autogerir, dentro dos condicionantes objetivos, da qualidade formal, aquela que obedece às normas e estatutos, dando a impressão de uma comunidade exemplar. Ou seja, uma associação pode ser adequada aos meios, porém falha nos fins. Ou ainda: a qualidade política refere-se a finalidades e conteúdos, enquanto a qualidade formal, a instrumentos e métodos (DEMO, 1995, p. 8-9, 22-23). O mesmo autor, em outra obra (1988), indica que não há polarização entre qualidade e quantidade, pois são, no fundo, uma unidade de contrários que, em alguns momentos, se repelem e em outros, se necessitam. A quantidade é parte da qualidade, mas não a esgota (DEMO, 1988, p. 42). Ainda nessa obra, ressalta que a qualidade política é essencialmente histórica, “produto processual tipicamente humano [...] atinge precisamente o horizonte das condições subjetivas na feitura da história” (p. 51). Defende que qualidade política é participação e, assim, “qualidade é em substância participação” (p. 56), de forma que “a qualidade política depende de capacidade autocrítica consciente, cidadania organizada, ambiente democrático [...]”(p. 59).

No Plano Decenal de Educação (1993-2003), aponta-se, como qualidade, a adequação da escola à população, a garantia de aprendizagem, a diminuição da retenção e evasão de alunos, remuneração dos profissionais de educação, investimentos em educação, dentre outros aspectos. Além desses, o incentivo à participação da comunidade na escola pública. Tais fatores podem ser considerados insumos externos, mascarando o quadro educacional no que se refere à formação dos educadores e os meios para o exercício da profissão, o primeiro fator atrelando-se à expansão quantitativa, mas não qualitativa das licenciaturas (SUNG, 2003).

Quanto à cidadania, segundo Carvalho (2002, p.22), define-se por liberdade, participação, igualdade para todos – o que pressupõe a existência dos direitos civis, direitos políticos e direitos sociais, os quais, todavia, muitas vezes estão garantidos apenas no plano formal.

Após os anos do regime militar, no Brasil, com a intensificação dos movimentos sociais pela redemocratização, a cidadania ganhou também uma conformação de direitos coletivos, ampliando a noção de cidadania, que, para Demo (1988, p. 70) “é a qualidade social de uma sociedade organizada sob a forma de direitos e deveres majoritariamente reconhecidos” e, portanto, “da igualdade de todos perante a lei e do reconhecimento de que a pessoa humana e a sociedade são detentores inalienáveis de direitos e deveres”.

Nesse cenário, também ocorreram a pré-fixação do câmbio e da correção monetária; sucessivos congelamentos de preços e salários; a estagnação da indústria; a ampliação da renda no sistema financeiro em detrimento da esfera produtiva; a aceleração inflacionária e a deterioração do contexto social. Além da queda dos salários, houve uma precarização das relações de trabalho, atingindo as políticas sociais sobretudo nas áreas de saúde, habitação, educação, etc., quais sejam, alterações acentuadas na esfera econômica que modificaram, sobremaneira, o social. Dessa forma, o Estado foi progressivamente sendo privatizado, desacreditado e perdendo sua capacidade tributária, de regulação econômica e de oferta de serviços essenciais nas áreas sociais. Todas essas nuances interferem na construção da cidadania, num jogo de relações de poder entre Estado e sociedade civil.
Nesse contexto, da Constituição Federal, de filosofia descentralizadora, emergiram, com maiores ou menores graus de discussão pela sociedade civil, outros documentos que visam implementar as políticas públicas educacionais, como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1996 e o Plano Nacional da Educação (PNE), em 2001, bem como as Constituições Estaduais, em 1989.

Na legislação de ensino, verificamos a gestão democrática do ensino público, a autonomia e a avaliação das instituições educacionais, que se conforma na característica neoliberal de um Estado avaliador, conforme é discutido, mais profundamente, no capítulo 2. Nessa característica, a gestão democrática corresponde aos interesses do mercado e à adequação ao capital financeiro internacional.
Na polissemia do termo, diante das diferentes conformações históricas, a gestão democrática assume a possibilidade de apenas corresponder aos interesses dominantes do mercado e das políticas de adequação do Estado brasileiro ao capital financeiro internacional. Nessa conformidade, a gestão democrática deve ser responsável e moderna, sem ater-se aos problemas efetivos de seus usuários, o que não alteraria a educação, nem a sociedade.

A redução da intervenção direta do Estado e a predominância das relações de mercado para o atendimento das necessidades sociais transformaram as relações de trabalho, orientando a finalidade da educação para a economia e o mundo globalizado, num processo de descentralização autoritária, visto que o Estado mínimo significa o Estado máximo a serviço dos interesses do capital. A reforma do Estado brasileiro traz uma nova relação entre educação e poder público. Implementam-se políticas compensatórias e focalizadas, sem modificar as estruturas vigentes. O Estado conclama a sociedade civil a atender às demandas dos problemas sociais, retirando-se de instâncias onde deveria atuar, numa política de assistencialismo.

Conforme salienta Demo (2006, p.10), no contexto capitalista “a relação entre educação e cidadania precisa ser conquistada”, ou ficará ao sabor do mercado. Assim, “a competitividade precisa de gente que sabe pensar. Mas precisa de gente que sabe pensar servilmente [...]”. De tal forma, “a relação entre educação e cidadania é tão importante quanto frágil”. Portanto, “a educação tem seu lugar indispensável, embora nunca único”.

Assim abordarmos, brevemente, o contexto em que se situam as políticas públicas e a política educacional, em que se amparam as políticas de democratização da gestão escolar da escola pública.
[1] Mais discussões e bibliografia completa podem ser encontradas no livro da autora “Participação e avaliação: Relações e Possibilidades – Uma análise sobre a atuação do Conselho de Escola no Projeto Pedagógico e a Avaliação de Sistemas” (2011), bem como em sua dissertação de mestrado, cujo conteúdo encontra-se disponível na lateral esquerda do blog.

03/10/2017

DO ESTADO DE VIOLÊNCIA À VIOLÊNCIA DO ESTADO

DO ESTADO DE VIOLÊNCIA À VIOLÊNCIA DO ESTADO, de João Baptista de Souza Negreiros de Athayde trata do que o Estado deveria oferecer aos cidadãos, como direitos civis e sociais, mas que é precariamente ofertado..
Ressalta " Parece-nos que, ao eleger como um dos fundamentos do Estado Brasileiro a dignidade da pessoa humana, a Constituição resumiu nesse inciso III toda a substância que deve permear os demais preceitos, delineados nos artigos e capítulos seguintes, notadamente os Capítulos I e II dos seu Título II, que trata dos direitos e garantias individuais e coletivos [...]" (p. 50). - Editado por Lex - Produtos Jurídicos. 

18/07/2017

SER PROFESSOR: UM OFÍCIO EM RISCO DE EXTINÇÃO? - LUIZA CORTESÃO

Indicação do livro de Luiza Cortesão sobre o ofício docente e sua importância (ou não) no mundo contemporâneo. Trata também da formação docente. Embora escrito sobre a situação da educação em Portugal, é totalmente aplicável à educação brasileira. Excelente reflexão.


Nos quadros abaixo, que fazem parte do livro, a autora apresenta o professor monocultural, no quadro 1 e, no quadro 2, o professor pluricultural. Essa diferenciação é importante ao considerar a manutenção ou alteração do status quo/emancipação do aluno, e o atendimento à "nova" população que chega à escola e sua heterogeneidade, além da possibilidade de fracasso ou sucesso escolar/social.



                                                                               



30/05/2017

PENSAR A EDUCAÇÃO - GESTÃO DEMOCRÁTICA, ANIMAIS E A ESCOLA, EDUCAÇÃO NA PÓS-MODERNIDADE E OUTROS

Ano 5 - Nº 161 / sexta-feira, 26 de maio de 2017 


EDITORIAL

 

A saúde mental na Universidade

Recentemente se encontraram em Belo Horizonte os reitores de duas das maiores universidade públicas do país. Enquanto um lamentava a morte, no dia anterior, por suicídio, de um de seus alunos, o outro informava sobre o crescimento do fenômeno na instituição que dirige. Tal conversa, por menos corriqueira que seja, é reveladora do drama vivido por muitos estudantes, professores e técnicos administrativos em educação das universidades brasileiras. O adoecimento e os sofrimentos mentais fazem parte, hoje, da rotina e da experiência acadêmica de dezenas de milhares de pessoas de forma muito intensa. Leia mais.
NAS ONDAS DA EDUCAÇÃO
No programa Pensar a Educação, Pensar o Brasil do dia 29 de maio vamos receber a professora Stella Goulart para conversar sobre saúde mental na universidade. A professora do Departamento de Psicologia é presidente da  Comissão Institucional de Saúde Mental da UFMG. 
​ Segunda também tem a Agenda da Educação, as colunas Educação em Pauta e Pensando Bem e a sessão especial Educação e Literatura sobre o livro Lexico Familiar, de Natalia Ginzburg.
​Todas as segundas-feiras, das 20h00 às 22h00, o programa Pensar a Educação, Pensar o Brasil vai ao ar pela Rádio UFMG Educativa 104,5 FM.
ENTREVISTA
A Universidade e a Cidade - A relação estabelecida pelo Centro Pedagógico (UFMG) - Professor Santer de Matos. 

No dia 22 de maio o programa de rádio Pensar a Educação, Pensar o Brasil recebeu o professor Santer Alves de Matos, diretor do Centro Pedagógico da UFMG. A instituição que atende estudantes de toda a região metropolitana de Belo Horizonte, estabelece uma relação unica entre a academia e a comunidade que a circunda.

CONVITE À LEITURA
Sobre justiça e bem comum: o que devemos uns aos outros - Pedro Luiz da Costa Cabral 
- EXCLUSIVO
“Justiça, O que é fazer a coisa certa”, de Michael Sandel, constrói de forma simples esse tema no qual as convicções nem sempre são certeiras e os desacordos derivam de posições éticas diferentes.

EDUCAÇÃO EM DEBATE
Blog do Pensar
O Blog do Pensar continua com sua série sobre eleições e, para entendermos mais sobre o processo, o Blog compartilhou as normas da Eleição de 2013. Questões como a necessidade de uma política para pós-graduação foram levantadas pelo prof. Luciano Mendes de Faria Filho. Fomentando o debate sobre democracia universitária e órgãos colegiados, o prof. Matheus Anchieta Ramirez convida a comunidade acadêmica a discutir sobre a importância de discutir o modelo de gestão que melhor representa a comunidade.
Gestão democrática como meio de redução da violência escolar - Renata Duarte Simões - EXCLUSIVO
A indisciplina destaca-se como um dos maiores desafios enfrentados pela escola, requisitando especial atenção de professores, gestores e do governo. 
​Animal: a dívida da escola - Aleluia Heringer - EXCLUSIVO
A educação escolar é devedora para com os animais. Uma dívida silenciosa, acumulada ao longo do tempo e nem sempre consciente. 
Aluga-se escravo - Dalvit Greiner - EXCLUSIVO
Como o governo não quer investir em educação e outras maneiras de aumentar a produtividade é preciso criar uma reforma trabalhista para aumentar o número de horas trabalhadas.
Aluno e professor: considerações sobre a educação na sociedade contemporânea - Roberta Poltronieri - EXCLUSIVO
Nós, profissionais da educação, não temos e nunca teremos respostas prontas para os dilemas educacionais enfrentados no dia a dia escolar.
​Ocupa Brasília - João Victor da Fonseca - EXCLUSIVO
Brasília em chamas é a metáfora do Brasil. Na memória ecoa o som, bradado em marcha pelos integrantes do MST, exemplo daqueles que não se fizeram calar.
1 ano de governo Temer -  Educação em Pauta  - Marcus Taborda 
Desde que assumiu provisoriamente o governo federal, Michel Temer e sua equipe tomou atitudes que afetam os caminhos da educação e da Ciência e Tecnologia no Brasil. Para além da Reforma do Ensino Médio e do corte de gastos na educação definido pela PEC 55, o MEC interferiu em importantes estruturas deliberativas e de representação popular como o Conselho e o Fórum Nacional de Educação. Na última segunda feira, o jornalista Vinicius Luiz conversou com o professor Marcus Taborda que fez um balanço deste último ano. A coluna Educação em Pauta é produzida pelo núcleo de Jornalismo da Radio UFMG Educativa. 
​Reformas trabalhista - Pensando Bem - Beatriz Cerqueira (Sind-UTE/MG) 
Esta semana a coordenadora geral do Sind-UTE Minas, Beatriz Cerqueira fala da Reforma Trabalhista que está no Senado. A coluna Pensando Bem é uma parceria do PEPB com o Sind-UTE Minas.

PLANOS DE VISTA
Crise Política, Econômica e Ética: educação em segundo plano, saídas equivocadas - Fernando Henrique dos Santos 
- EXCLUSIVO
A educação, tema principal dessa coluna, ocupa o segundo plano no cenário atual. As crises política, econômica e ética, são as pautas de discussão onde quer que você vá, seja nos bares, naquele almoço de domingo, nas escolas, universidades.

PESQUISA EDUCACIONAL
FONTOURA, Julian Silveira Diogo de Ávila e MOROSINI, Marilia Costa - A educação superior à luz da produção do conhecimento: o contexto emergente dos Institutos Federais/Brasil - Revista Internacional de Educação Superior (UNICAMP)
A Educação Superior no Brasil vem passando por profundas transformações nas ultimas décadas, principalmente se levarmos em consideração as conjunturas que essas modificações vêm ocorrendo. Dessa forma, a comunidade de pesquisadores, passou a debruçar-se sobre o entendimento deste fenômeno, na tentativa de compreender esses novos modelos institucionais e a forma que os mesmos se inserem no complexo que é a Educação Superior brasileira.
 

CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Blog FCHSSA 
Esta semana o Blog do Forum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas destaca a nota publicada pela Associação Brasileira de Antropologia sobre a constituição da CPI FUNAI/INCRA 2. A Associação alega que os resultados da CPI “podem contribuir para o aumento dos conflitos por terra” entre outros efeitos no campo. O blog também convida para  o seminário “A internacionalização das CHSSA: dimensões conceituais”. O evento contará com a participação de autoridades e especialistas sobre o tema. 

EDUCAÇÃO PELO BRASIL
O turismo como viagem ao conhecimento - Vagner Luciano de Andrade, Marina Millardi de Souza Bossi e Flávia Henriques de Souza - EXCLUSIVO
Tão relevante quanto caracterizar o Turismo Escolar, é evidenciar o guia de turismo como elemento chave na didatização do conhecimento. 

AMÉRICA LATINA
Maestros protestarán hasta obtener mejores condiciones laborales y salariales - El Colombiano, Colombia 
Maestros y otros trabajadores estatales marcharon por la calle San Juan. Funcionarios de la justicia se unieron a la protesta en los alrededores de La Alpujarra.

PENSAR INDICA
O Movimento Conte Comigo foi criado para capacitar a sociedade para ouvir, falar e ajudar aqueles que têm depressão e, com o apoio do Centro de Valorização da Vida (CVV), tem como objetivo formar uma grande rede de auxílio, composta por médicos, psicólogos, profissionais do esporte, pacientes diagnosticados e toda a sociedade. Um grupo de embaixadores, todos sempre a favor de uma conversa franca, aberta e carinhosa. Todos a postos para a sua maior missão de quebrar o tabu e desmistificar a depressão, valorizando a vida, incentivando a procura por tratamento e ajudando a salvar vidas.

INDICAÇÃO DO LEITOR
ABED - Associação Brasileira de Educação a Distância - Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de distâncias em ensino e aprendizagem.
​Participe do nosso jornal enviando sua indicação para o e-mail:jornalpepb@gmail.com

OPINIÃO DO LEITOR
Marília Arreguy  – em 24/05/2017 (CONVITE À LEITURA – Edição 160 – 19/05/2017 - O que podemos aprender com o filme: Eu, Daniel Blake)
Recomendo fortemente esse belíssimo filme. Chorei da primeira até a última cena do filme. Tudo a ver com o momento atual.
Dalvit Greiner  – em 26/05/2015 (EDUCAÇÃO EM DEBATE - Edição 160 – 19/05/2017 - A casa caiu! E a Universidade? ) 
Ótimo, Yolanda! O lugar da Universidade é na vanguarda: com criatividade e ousadia.
Participe do nosso jornal enviando sua opinião ou comentário para o e-mail:jornalpepb@gmail.com

TIRINHA
Diogo Cavalcanti do Nascimento - EXCLUSIVO

                 


 

22/05/2017

PENSAR A EDUCAÇÃO - REFORMA DO ESTADO/REFORMA DA EDUCAÇÃO

Ano 5 - Nº 160 / sexta-feira, 19 de maio de 2017


EDITORIAL

A Imprensa e o golpe: relações educativas no movimento da história 

O escritor mineiro Bernardo Guimarães publicou, em 1865, um  longo poema sob o emblemático título de “Dilúvio de Papel”. Nele, o narrador é assolado pelo pesadelo de ver o fim do mundo, invadido por um dilúvio de papel. O poeta remetia ao crescimento exponencial do número de jornais brasileiros nas décadas anteriores e, ao mesmo tempo, mostrava grande ceticismo quanto à possibilidade de as folhas cumprirem suas promessas de ilustração e esclarecimento da população. Não por acaso, pergunta: “Oh! século dezenove, Ó tu, que tanto reluzes, És o século de papel?!...”.  Leia mais.

 
NAS ONDAS DA EDUCAÇÃO
No dia 22 de maio o programa de rádio Pensar a Educação, Pensar o Brasil receberá o professor Santer Alves de Matos, diretor do Centro Pedagógico da UFMG. Vamos conversar sobre o lugar da instituição na relação da Universidade com a Cidade.
​Segunda também tem a Agenda da Educação, as colunas Educação em Pauta e Pensando Bem e a sessão especial Jovem Protagonista.
​Todas as segundas-feiras, das 20h00 às 22h00, o programa Pensar a Educação, Pensar o Brasil vai ao ar pela Rádio UFMG Educativa 104,5 FM. 

ENTREVISTA
O desmonte da educação no governo Temer - Professora Analise da Silva
Desde que assumiu provisoriamente o governo federal, Michel Temer e sua equipe tomou atitudes que afetam os caminhos da educação no Brasil. Para além da Reforma do Ensino Médio e do corte de gastos na educação definido pela PEC 55, o MEC interferiu em importantes estruturas deliberativas e de representação popular como o Conselho e o Fórum Nacional de Educação. No último programa de rádio Pensar a Educação, Pensar o Brasil, a professora Analise da Silva discutiu essas ações.

CONVITE À LEITURA
O que podemos aprender com o filme: Eu, Daniel Blake - Roberta Poltronieri
 - EXCLUSIVO 
O filme permite dialogar com a obra “O Processo”, de Franz Kafka, livro que conta a história de Josef. K. que, preso sem saber o motivo, sofre com a injustiça, ou com a falta de justiça propriamente dita, ao ser processado sem saber o porquê. 

EDUCAÇÃO EM DEBATE
Blog do Pensar
Pela preservação do ecossistema escolar! - Aleluia Heringer Lisboa - EXCLUSIVO 
Uma aula é uma sucessão de microinterferências, deslocamentos, cisões e relações, tanto de parcerias e cooperação como de disputas e tensões.
​A casa caiu! E a Universidade?  Yolanda Assunção - EXCLUSIVO 
E a universidade no cenário atual? Deveriam as instituições de Ensino Superior escolher um lado da disputa, entrincheirar-se e defender-se dos ataques?
​Reformas trabalhista - Pensando Bem - Beatriz Cerqueira (Sind-UTE/MG)
Esta semana a coordenadora geral do Sind-UTE Minas, Beatriz Cerqueira fala da Reforma Trabalhista que está no Senado e ressalta o desemprego maior entre as mulheres.A coluna Pensando Bem é uma parceria do PEPB com o Sind-UTE Minas.
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PLANOS DE VISTA
Todos pela educação. Todos? - Carlos Henrique Tretel
 - EXCLUSIVO 
Somos todos mesmo, Priscila, pela educação? A Rede Globo também? 

ENTREMEMORIAS
História da infância, história na infância: a primeira leitura - Fabiana da Silva Viana
 - EXCLUSIVO 
Desde o jardim de infância sempre gostei de ir à escola, mas foi quando consegui uma vaga na escola onde meu pai e meus tios estudaram, que fiquei ainda mais animada. 
 
PESQUISA EDUCACIONAL
BORGES, Angélica - A fiscalização que mais se deseja: a inspeção do ensino na Capital do Império Brasileiro - Revista Linhas (UDESC)
Este artigo analisa o funcionamento do serviço de inspeção da instrução na Capital do Império, Rio de Janeiro, a partir da instituição da Lei Geral do Ensino de 1827, da lei que regulou as Câmaras Municipais em 1828 e do Regulamento de Instrução Primária e Secundária da Corte de 1854. A reflexão dá ênfase às tensões e disputas produzidas no exercício da inspeção ou pela submissão desse serviço ao “desleixo e abandono”, em um momento em que se atribuía a ele a solução para muitos problemas da instrução pública, bem como um papel estratégico no interior de um projeto civilizador por meio da escolarização da população.


CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Pint of Science 2017 
- Thayse Menezes e Yolanda Assunção - EXCLUSIVO 
A informalidade e a descontração são pontos-chave para o Pint of Science.

EDUCAÇÃO PELO BRASIL
A universidade pública à serviço da cidade - Yolanda Assunção - EXCLUSIVO 
A  universidade é constantemente interpelada pela cidade, em diversas dimensões como transporte, moradia, riscos socioambientais, etc. 
​Ministro da Educação afirma que Fies será reformulado - Painel Acadêmico 
Em audiência no Senado, Mendonça Filho também admitiu que Ciências Sem Fronteiras não será retomado, pois não é um programa que atende aos mais pobres.

​Leia mais.


AMÉRICA LATINA
Presidenta interina de UPR pide intervención de la Policía -  El Vocero, Puerto Rico 
La presidenta interina de la Universidad de Puerto Rico (UPR), Nivia Fernández, auscultó la disponibilidad de la Policía de Puerto Rico para intervenir en el recinto de Río Piedras, para cumplir con la orden del tribunal de reabrir los portones. 

PENSAR INDICA
Como o próprio nome diz, a Oficina de Imagens começou o seu trabalho nos campos da comunicação e da educação pela leitura e experimentação com as imagens. Criada em 1997, a instituição tornou-se uma referência quando se trata de iniciativas voltadas para a garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Além do território brasileiro, hoje a Oficina de Imagens também desenvolve iniciativas que repercutem em países do MERCOSUL, como Bolívia e Argentina.

INDICAÇÃO DO LEITOR
Gephe FaE - IV Seminário Interinstitucional (UFMG/PUC-SP/UFPR) - Diálogos sobre a história da educação dos sentidos e das sensibilidades.
​Participe do nosso jornal enviando sua indicação para o e-mail:jornalpepb@gmail.com

OPINIÃO DO LEITOR
EUGÊNIO MAGNO – em 15/05/2017 (CONVITE À LEITURA – Edição 159 – 12/05/2017 - O Estado e suas formas contemporâneas de intervenção pública: 
anotações acerca do filme “Eu, Daniel Blake”  - CONVITE À LEITURA)
Muito bom! Gostei muito do filme também. Reproduzi o texto no meu blog, com os devidos créditos. Abraços.
 
JOAQUIM RAMOS – em 13/05/2017 (CONVITE À LEITURA – Edição 159 – 12/05/2017 - O Estado e suas formas contemporâneas de intervenção pública: 
anotações acerca do filme “Eu, Daniel Blake”  - CONVITE À LEITURA)
Parabéns pelo texto! Muito me tocou!


JOÃO VICTOR OLIVEIRA – em 17/05/2015 (EDUCAÇÃO EM DEBATE - Edição 159 – 12/05/2017 - Refutando o Projeto “Escola sem Partido”)
Excelente! 
 
PAULO H RODRIGUES – em 16/05/2015 (EDUCAÇÃO EM DEBATE - Edição 159 – 12/05/2017 - Refutando o Projeto “Escola sem Partido”)
Ótimo artigo!

 
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TIRINHA
RYOTiras
                  

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